Está confirmado: o Citroën My Ami Buggy vai mesmo sair do papel. Meio ano depois de apresentar um conceito que foi muito bem recebido, a marca francesa oficializou a fabricação de uma edição limitada dessa leitura mais aventureira do pequeno quadriciclo.
Restrito a somente 50 unidades - cada uma com uma placa instalada no lado direito do painel -, o My Ami Buggy preserva a proposta do concept e chama atenção por trocar as portas por barras laterais de metal, além de trazer um teto com lona removível.
Ainda assim, o que primeiro chama o olhar é a inédita cor Khaki na carroceria, que combina muito bem com a pegada mais radical do modelo. Em seguida, aparecem os reforços dos para-choques, os suportes para luzes, os para-lamas e as saias laterais, sem esquecer o spoiler traseiro.
O conjunto externo deste Citroën My Ami Buggy se completa com acessórios de proteção na cor preta, detalhes decorativos em amarelo vivo e rodas perfuradas de 14 polegadas, com acabamento dourado e calotas decorativas em preto.
Referência ao Méhari e ao 2CV
No lugar das portas, entram tubos laterais, enquanto o teto do Citroën My Ami Buggy traz uma seção em lona que pode ser enrolada e guardada atrás dos bancos - mais ventilado do que isso, só mesmo “cortando” todo o volume superior do Ami.
A capota em cinza, presa ao redor de toda a abertura do teto por fechos de mola, faz uma clara homenagem a dois ícones da marca do duplo chevron: o Méhari e o 2CV.
Interior mais vibrante
Os toques externos em amarelo também se repetem na cabine do Citroën My Ami Buggy. Eles aparecem nas costuras dos bancos, nos nichos de armazenamento do painel, nas fitas de abertura das portas, no gancho para pendurar sacolas e nos tapetes.
Quando chega?
Como já mencionamos, o Citroën My Ami Buggy será montado em uma série exclusiva de 50 exemplares, todos destinados ao mercado francês, onde o modelo vai custar 9790 euros.
Ainda assim, caso a demanda seja suficiente e a capacidade de produção permita, o Citroën My Ami Buggy pode ganhar novas edições no futuro e chegar a outros mercados europeus. Só nos resta torcer para que Portugal esteja entre eles…
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