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Como escolher e conservar sardinhas: quota de 33.446 toneladas em 4 de maio

Pessoa segurando peixe fresco em caixa azul com limões e sal em mercado ao ar livre.

Sardinhas voltam a aparecer na mesa dos portugueses - e, mesmo que estejam mais caras, a previsão aponta para mais de 33 mil toneladas destinadas à pesca. Escolher bem esse peixe não precisa virar um assunto “científico”, mas dá para fazer isso com bastante precisão - e com bons resultados.

Para quem gosta de sardinha e já está na contagem regressiva para colocar as primeiras no prato, vale entender o que observar na hora da compra e como armazenar quando for necessário. Aproveitando o período em que esse peixe volta a ganhar espaço no mercado, confira os principais cuidados para adotar no balcão.

Como escolher sardinhas frescas

O ponto de partida é simples: "o brilho conta". Se a sardinha estiver com cores apagadas, a recomendação é não levar. A mesma regra vale para os olhos: eles devem estar saltados, com córnea transparente e pupila preta e redonda. Segundo a Deco Proteste, é melhor evitar peixe com "olhos côncavos, com córnea opaca ou ensanguentada, pupila acinzentada e distorcida".

As brânquias precisam ter um vermelho bem vivo, e o odor deve lembrar o cheiro de algas. Quando isso não acontece - ou se você perceber ranço, amoníaco ou um azedo evidente -, a suspeita é de falha na conservação, então é um produto a ser descartado.

Transporte, conservação e preparo

Para levar as sardinhas para casa, use uma bolsa térmica espaçosa, ajudando a manter a temperatura estável e evitando que elas fiquem muito achatadas durante o trajeto. O ideal é consumir no mesmo dia da compra ou, no máximo, no dia seguinte, sempre guardando na parte mais fria da geladeira.

Antes de preparar, enxágue em água, mas fique atenta: se lavar com água doce e não cozinhar logo em seguida, elas tendem a amolecer e não ficam com o mesmo sabor.

A quota de 33.446 toneladas em 4 de maio

A sardinha retorna, a partir desta segunda-feira, 4 de maio, às lotas e às mesas nacionais, com uma quota de 33.446 toneladas - menos 2,8% do que em 2024, conforme noticiou o "Jornal de Notícias".

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