Nós o vimos ainda em forma de protótipo, lá em 2018, e até tivemos um rápido primeiro contato com este modelo na Grécia. Mas só agora chegou o momento de “colocar as mãos” no Audi de produção mais potente de todos os tempos, em estradas brasileiras. Este é o “poderoso” Audi RS e-tron GT.
Levar o rótulo de “mais potente de sempre” já seria, por si só, um cartão de visitas de respeito - e, neste caso, não é exagero: os números do Audi RS e-tron GT realmente impressionam.
Este esportivo 100% elétrico - que divide a mesma plataforma e o conjunto de propulsão com o Porsche Taycan - entrega 646 cv de potência (em overboost) e 830 Nm de torque máximo.
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Acelerações vertiginosas
Na prática, esses dados viram acelerações instantâneas e muito fortes, como se espera de um elétrico. O clássico sprint de 0 a 100 km/h é feito em apenas 3,3s. Já a velocidade máxima fica limitada a 250 km/h, pelo menos “no papel”…
Para tornar isso possível, há dois motores elétricos - um na dianteira e outro na traseira (com 238 e 455 cv, respectivamente) - além de uma bateria de íons de lítio de 85,9 kWh com refrigeração líquida. Com esse conjunto, o Audi RS e-tron GT declara autonomia de até 472 km (ciclo WLTP).
Suspensão pneumática de três câmaras
Vindo de fábrica com suspensão pneumática de três câmaras e amortecedores de ajuste variável, o RS e-tron GT consegue tanto encarar um trajeto mais longo com tranquilidade quanto “atacar” uma sequência de curvas em ritmos (muito) mais altos, entregando uma eficiência impressionante.
E aqui, o sistema de tração integral (quattro) e a vetorização de torque no eixo traseiro são decisivos, porque “entram em ação” assim que percebem qualquer perda de tração, “puxando” o RS e-tron GT para dentro da curva. Depois, ele parece só querer uma coisa: sair dela disparando, em linha reta.
Imagem impactante
É difícil olhar para o Audi RS e-tron GT e não reagir. O visual externo é agressivo e, ao mesmo tempo, funcional, já que a carroceria toda foi pensada e desenhada com foco na aerodinâmica.
Há vários detalhes que lembram outros modelos da marca de Ingolstadt. O primeiro deles aparece logo na grade dianteira: ela mantém o formato, mas foi totalmente redesenhada - e, no RS e-tron GT, surge completamente fechada.
De perfil, chamam atenção as rodas aerodinâmicas de 21” e a linha de ombros bem musculosa, elementos que reforçam o DNA mais esportivo deste elétrico. Atrás, ele traz uma assinatura luminosa dinâmica, um difusor de ar com contornos em fibra de carbono e um spoiler que se eleva para gerar mais carga aerodinâmica sobre o eixo traseiro.
O que vale o primeiro modelo RS 100% elétrico?
Bom, aqui eu passo a palavra ao Diogo Teixeira, que explica, no vídeo mais recente da Razão Automóvel no YouTube, como é guiar o Audi de produção mais potente de sempre. Você já se inscreveu no nosso canal do YouTube?
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