A Azul completou neste mês 16 anos de operação no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), uma das bases mais relevantes da companhia no Brasil. Desde a estreia no terminal paulista, em 1º de maio de 2010, a empresa acumulou cerca de 177,7 mil voos - considerando pousos e decolagens - e já transportou mais de 16,3 milhões de passageiros.
Operação da Azul no Aeroporto de Congonhas (SP)
No momento, a Azul mantém mais de 2,4 mil voos por mês em Congonhas, ligando a capital paulista a 13 destinos nacionais: Brasília (DF), Confins (MG), Comandatuba (BA), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Porto Seguro (BA), Recife (PE) e Santos Dumont (RJ).
Ponte Aérea e mudanças no cenário de slots
Desde 2019, a Azul também passou a atuar na Ponte Aérea, depois de buscar slots que viabilizassem operações consistentes para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro - embora, hoje, o contexto seja diferente.
Ajustes na malha e foco em rotas turísticas
De acordo com a companhia, a operação em Congonhas recebeu ajustes estratégicos em períodos de alta temporada, acompanhando o aumento da procura por viagens de lazer. A Azul informou que aproximadamente 45% dos voos que, tradicionalmente, atendiam o público corporativo foram transformados em rotas turísticas, sobretudo para destinos do Nordeste brasileiro.
Para o verão 2025/2026, a empresa comunicou a inclusão de aproximadamente 950 voos extras e de mais de 130 mil assentos adicionais a partir do aeroporto paulistano. Entre os locais com maior ampliação de oferta estão João Pessoa (PB), Porto Seguro (BA) e Maceió (AL).
A companhia ainda ressaltou que essa diretriz reforça a flexibilidade operacional da malha aérea e melhora o aproveitamento de Congonhas, visto como um dos aeroportos mais estratégicos do Brasil. Em janelas sazonais, o terminal também se firma como um hub de lazer importante para a Azul.
“Congonhas é uma das bases estratégicas da Azul, com forte presença de Clientes corporativos e de lazer, principalmente pela força da demanda da ponte aérea Rio-São Paulo. Ao longo desses 16 anos, conseguimos montar uma operação consolidada para conectar São Paulo a importantes destinos em todas as regiões do país”, afirmou Beatriz Barbi, gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul.
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