Quando a Skoda decidiu eletrificar o Superb, em 2019, escolheu o seu modelo mais emblemático para estrear a tecnologia híbrida plug-in. Agora, sete anos depois, volta a repetir a dose: o Superb assume novamente o papel de “cobaia” da marca, ao lançar uma variante mais forte do mesmo conceito.
Até aqui limitado a 204 cv, o Superb passa a oferecer uma versão híbrida plug-in com 272 cv e 400 Nm de binário. É o mesmo conjunto já visto em vários modelos do Grupo Volkswagen, como o Volkswagen Tiguan e o CUPRA Formentor.
Apesar do salto de potência, a receita mecânica do Skoda Superb praticamente não muda. O modelo continua a usar o motor 1.5 TSI, agora com 177 cv - mais 27 cv do que antes - em conjunto com um motor elétrico de 85 kW (115 cv), alimentado pela mesma bateria de 25,7 kWh.
Também não há novidades na parte do carregamento: o novo Superb híbrido plug-in admite até 11 kW em corrente alternada (AC) e até 50 kW em corrente contínua (DC). No carregamento rápido, bastam 26 minutos para ir de 10% a 80%.
Com mais potência, a resposta melhora: o 0 aos 100 km/h é feito agora em 7,1 segundos, enquanto a velocidade máxima sobe para 225 km/h.
A autonomia 100% elétrica ainda não foi divulgada. Mesmo assim, a expectativa é que continue acima dos 100 km em ciclo combinado (WLTP). A versão atual chega a anunciar até 140 km, dependendo da configuração.
Quando chega?
Este novo sistema híbrido plug-in será exclusivo da carroçaria berlina do Superb e só poderá ser escolhido nos níveis de equipamento Sportline e Laurin & Klement. A variante de 204 cv mantém-se disponível na versão Selection e na Break (carrinha).
Sobre preços, a Skoda ainda não revelou quanto vai custar o Superb mais potente da gama. Como referência, as versões Sportline e Laurin & Klement com o híbrido plug-in de 204 cv começam nos 54 526 euros e 55 802 euros, respetivamente. A nova motorização de 272 cv deverá posicionar-se acima desses valores.
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