Antes de 2026 bater à porta, a FIAT já deixa claro o que vem por aí. A marca vai abrir o ano com uma atualização na família Panda, reunindo o Panda (segmento A) - que passa a se chamar Pandina - e o Grande Panda (segmento B).
Não é uma revolução, mas há detalhes que mudam a cara do conjunto. No FIAT Pandina, o novo nome passa a aparecer na terceira janela lateral. Já na versão Cross (topo de linha), o logotipo também é aplicado nos bancos dianteiros e traseiros e ainda aparece nos frisos laterais.
No FIAT Grande Panda 2026, a novidade é mais voltada para o uso no dia a dia: um cabo de carregamento em espiral integrado, compatível com corrente alternada de até 7 kW, que pode ser guardado em uma caixa sob o capô.
A linha do FIAT Pandina segue dividida em duas versões, ICON (entrada) e CROSS (topo), enquanto o Grande Panda mantém três níveis de equipamento: POP, ICON e LA PRIMA (disponíveis em todas as motorizações).
Para marcar quatro anos de parceria com a (RED), todos os FIAT na cor vermelha passam a trazer emblemas (RED) nos pilares B, deixando de existir como uma versão específica dentro da gama.
Mesmas motorizações
Na parte mecânica, nada muda. O FIAT Pandina continua com o motor mild-hybrid de 70 cv e 92 Nm. Já o Grande Panda segue com três alternativas. Entre os motores a combustão, há um a gasolina com 100 cv e outro com assistência eletrificada mild-hybrid de 110 cv. Além deles, continua a opção 100% elétrica, com 113 cv e autonomia de 320 km.
Quando chegam os Panda?
As primeiras entregas estão previstas para janeiro de 2026. Os preços partem de 17 990 € para o FIAT Pandina e de 17 850 € para o Grande Panda a gasolina.
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