Se tem um utilitário que virou “ferramenta de trabalho” e, ao mesmo tempo, ícone, é a Toyota Hiace - naquele nível de reconhecimento que a gente coloca na mesma prateleira de Hilux e Corolla. Desde os anos 60, ela segue firme, provando que, em certos segmentos, o que manda é a lógica do mercado, não a moda do momento.
E o caso da quinta geração (H200) é ainda mais emblemático: ela é produzida no Japão desde 2004 - 22 anos e contando… - e viu até uma substituta (H300) aparecer em 2019. Mesmo assim, a procura no país é tão alta que a Toyota nem considera encerrar a linha. Pelo contrário: vai atualizar.
As mudanças para 2026 ficam por conta de pequenos acertos em emissões, segurança e equipamentos, sem mexer no que a tornou o que é. Nada de revolução - apenas o necessário para continuar dentro das regras, atual e atraente.
Enquanto quase todo o resto do mundo (a Europa é uma exceção) já conhece a Hiace mais nova, com motor na frente e capô tradicional, no Japão a versão com motor sob os bancos dianteiros segue como a mais desejada.
Com esse layout, dizem que a Toyota Hiace fica mais simples de adaptar para uma quantidade quase infinita de usos. Entre os principais, estão motorhomes compactos, ambulâncias e oficinas móveis.
E, claro, não dá para ignorar a fama de confiabilidade e robustez dessa plataforma da Toyota - praticamente à prova de cataclismos, como acontece com um certo Land Cruiser…
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