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Guia rápido de Kena: Bridge of Spirits antes do lançamento

Jovem com cajado mágico azul dança em floresta encantada rodeada por pequenas criaturas com folhas e chapéus.

Depois de alguns adiamentos, Kena: Bridge of Spirits finalmente chega na próxima semana, em 21 de setembro. O jogo de tom mais fantasioso demorou para aparecer: ele foi revelado lá atrás junto do PlayStation 5 e era tratado como um lançamento para acompanhar o console. A gente chegou a destacar o título na nossa capa, mas é compreensível se os detalhes já estiverem meio nebulosos. Para quem ainda está em dúvida se a aventura de Kena é a escolha certa, este guia rápido recapitula os pontos mais importantes.

Quem está fazendo Kena: Bridge of Spirits?

Kena é o primeiro jogo do Ember Lab, um estúdio pequeno criado em 2009 pelos irmãos Mike e Josh Grier. A empresa ficou conhecida principalmente por produzir conteúdo animado para marcas e organizações como Coca-Cola, MLB e KFC. Talvez o trabalho mais famoso do estúdio seja um curta animado inspirado em The Legend of Zelda: Majora’s Mask, que viralizou em 2016. Em Kena, o Ember Lab está levando a experiência em animação e construção de mundos para o desenvolvimento de jogos pela primeira vez.

Quem é Kena?

Kena (pronuncia-se “kei-na”) é uma jovem guia espiritual e a protagonista da aventura. A função dela é ajudar espíritos atormentados a fazer uma passagem tranquila para a vida após a morte. Quando alguém morre carregando problemas não resolvidos ou traumas, esse espírito pode ficar preso entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Como essas presenças podem causar transtornos a quem ainda está vivo, Kena intervém, resolve o que for necessário e garante que o espírito siga em paz.

Além disso, Kena é a única pessoa capaz de purificar uma praga que tudo consome e que, aos poucos, toma conta do mundo.

Qual é a história?

Por incrível que pareça, ainda sabemos pouco sobre o enredo de Kena além da premissa. Kena viaja para uma vila abandonada, bem distante de sua terra natal, em busca de um santuário sagrado nas montanhas. A região ao redor sofre com uma maldição misteriosa, capaz de corromper espíritos e transformá-los em monstruosidades perigosas. Como ela é a única que pode curar essa corrupção, Kena parte para fazer exatamente isso.

Que tipo de jogo é?

Kena é um jogo de ação e aventura em terceira pessoa. No combate, você executa combos corpo a corpo com ataques leves e pesados usando o cajado mágico de Kena. Ela também consegue transformar o cajado em um arco espiritual para atacar à distância.

Kena ainda conta com um conjunto de habilidades espirituais: por exemplo, há uma bolha de pulso que pode aparar ataques recebidos, e ela também é capaz de conjurar um dragão espiritual para reforçar a pancadaria.

Fora das lutas, o jogador escala, se esgueira e salta pelo cenário de um jeito que lembra a série Uncharted, além de resolver quebra-cabeças ambientais para alcançar novas áreas. Kena também usa seus poderes para purificar passagens bloqueadas por vegetação corrompida. Ao mesmo tempo, você ajuda almas inquietas a encontrar descanso ao curar o que as aflige, enquanto reconstrói aos poucos e volta a povoar a vila abandonada - que funciona como o seu hub.

Kena se passa em um mundo aberto gigante?

Não. O ex-editor da Game Informer Jeff Cork resumiu o design do mundo de Kena como “linear amplo” na nossa reportagem de capa. Você segue por um caminho principal bem definido, mas pode se desviar para explorar rotas alternativas que levam a recompensas, como Rot escondidos.

Rot? O que são eles?

Os Rot são as outras estrelas do jogo. São criaturinhas minúsculas e adoráveis responsáveis pela decomposição - elas quebram materiais em deterioração para abrir espaço para vida nova. Por isso, a função delas complementa a missão de Kena de manter o ciclo de vida, morte e renascimento.

Quando Kena cria vínculo com esses seres, eles a acompanham e ajudam tanto em combate quanto na resolução de quebra-cabeças. Em batalha, os Rot são tímidos demais para ajudar imediatamente, mas, ao acertar ataques em sequência, você enche um medidor que representa a coragem dos Rot. Com a barra cheia, dá para chamá-los para fortalecer golpes e liberar formas de ataque mais poderosas.

Também é possível mandar os Rot para distrair inimigos, fazendo com que baixem a guarda e criando janelas para atacar.

É possível obter até 100 Rot, sendo que 60 são opcionais. Você encontra Rot escondidos sob pedras, dentro de frutas penduradas e em outros cantinhos do cenário. Quanto mais Rot você tiver, mais fortes ficam seus ataques e maior é a ajuda disponível fora das lutas. E dá até para personalizá-los, comprando uma variedade de chapéus fofos para eles usarem.

Chapéus? Isso significa microtransações?

Não existem microtransações em Kena: Bridge of Spirits. Os itens são comprados com vendedores usando moeda obtida dentro do jogo.

Os Rot podem morrer?

Não, ainda bem. Embora os Rot lembrem Pikmin em certos aspectos de jogabilidade, essas criaturinhas não são nem de longe tão frágeis - então você não precisa se preocupar em perder seus companheiros fofos no meio da luta. Pode arremessá-los em quantos monstros quiser!

Quanto tempo dura Kena e quanto custa?

O Ember Lab afirmou que Kena leva entre 8-10 horas para terminar e chega mais perto de 12 horas para quem busca completar tudo. O preço mais em conta acompanha esse escopo: $39.99 em todas as plataformas. Também existe uma Edição Deluxe por $49.99.

Em quais plataformas Kena está disponível?

Kena: Bridge of Spirits chega ao PlayStation 5, PlayStation 4 e ao PC via Epic Games Store. O jogo será apenas digital, mas o Ember Lab sugeriu que pode haver um lançamento físico mais adiante.

Quais são as diferenças entre PS5 e PS4?

Ainda não vimos o jogo rodando no PS4, mas sabemos que, no PS5, há mais Rot exibidos na tela e a vegetação parece mais densa. Além disso, o controle DualSense usa feedback háptico para criar uma sensação realista de tensão ao puxar a corda do arco, além de outros recursos sensoriais.

Você pode conferir mais matérias cheias de informações sobre Kena: Bridge of Spirits visitando a nossa central exclusiva da reportagem de capa.

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