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O futuro da Dacia: Diogo Teixeira conhece os protótipos Manifesto e Bigster

Carro SUV elétrico verde Future Dacia em exposição interna com design moderno e rodas pretas.

A influência - ou o «peso» - da Dacia no mercado automotivo europeu só aumenta. Embalado por esse crescimento, Diogo Teixeira foi conhecer, com expectativa, o que vem aí para a marca romena e dois protótipos que apontam esse caminho.

Dacia Manifesto: um conceito que dita o tom

O primeiro deles foi o Dacia Manifesto, o protótipo mais chamativo que Diogo pôde ver de perto. Apesar do visual marcante, ele não serve para antecipar um modelo específico. Em vez disso, como o próprio nome sugere, funciona como uma espécie de manifesto sobre para os futuros modelos da marca.

A própria Dacia o define como um «laboratório rolante» e diz que o conceito está alinhado ao objetivo de “passar de ser uma marca simples e acessível para uma mais desejável e apelativa, com automóveis como as pessoas os querem”.

Ideias em destaque no Manifesto

Entre os pontos que mais se destacam nesse protótipo estão os pneus sem ar, o uso de materiais reciclados e, claro, a solução de ter apenas um farol - que, se for preciso, pode ser removido e usado como lanterna.

Mais perto da realidade

Se o Manifesto não aponta diretamente para um carro de produção, o Dacia Bigster vai na direção oposta: ele dá uma amostra do futuro topo de linha da marca romena dentro do Grupo Renault.

Sustentabilidade no Dacia Bigster

Assim como no Manifesto, o Bigster também deixa evidente a atenção da Dacia à sustentabilidade: 20% do plástico empregado nesse protótipo é reciclado.

Com lançamento previsto para 2024, o novo SUV da Dacia será o primeiro modelo da marca a disputar o segmento C. Ainda assim, ele deve se apoiar na plataforma CMF-B, a mesma usada pelos demais modelos da fabricante no segmento logo abaixo.

O que se sabe (e o que ainda falta) sobre as motorizações

Por enquanto, não há confirmação sobre quais motorizações serão usadas, mas não seria surpresa se ele recebesse uma versão híbrida, como o Jogger. E, naturalmente, também faria sentido a presença de uma opção bi-fuel a gasolina e GPL - uma receita que tem garantido muito sucesso para a Dacia.

Nem só de carros se faz o futuro

Além dos protótipos Manifesto e Bigster, Diogo também teve a chance de conhecer uma das principais novidades da linha Jogger: a possibilidade de instalar uma cama no interior da perua romena.

Ainda sem preço divulgado, a solução foi pensada especialmente para quem gosta de camping e cumpre a «promessa» feita por Lionel Jaillet, vice-presidente de produto da Dacia, que tinha prometido uma versão do Jogger voltada especificamente para atividades de camping.

Por fim, ele também viu de perto a nova identidade visual da Dacia e os planos da marca para avançar em sustentabilidade - couro de origem animal e cromados vão deixar de aparecer em seus modelos. Tudo isso acontece num momento em que a alta dos preços dos automóveis impõe desafios cada vez maiores a uma marca que faz dos custos uma «bandeira».


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